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Auxílio-acidente • INSS

Sofreu um acidente e continuou com dor, perda de força ou limitação para trabalhar?

Mesmo depois de voltar ao trabalho, uma sequela permanente que reduza a capacidade para a atividade habitual pode justificar a análise do auxílio-acidente.

O benefício possui natureza indenizatória: quando devido, pode ser recebido mesmo que a pessoa continue trabalhando.
Entender como funciona
Atendimento por Ricardo e Eduardo Atendimento humano Todo o Brasil
01

Não exige incapacidade total

O ponto central é a redução permanente da capacidade para o trabalho habitual.

02

Pode continuar trabalhando

O caráter do auxílio-acidente é indenizatório e não impede o retorno ao trabalho.

03

Depende da categoria do segurado

Empregado, doméstico, trabalhador avulso e segurado especial estão entre as categorias previstas.

Situações que geram identificação

O acidente pode ter acontecido de maneiras diferentes.

Estes exemplos são ilustrativos e não representam clientes ou promessa de resultado. A finalidade é ajudar o visitante a identificar fatos relevantes do próprio caso.

01

Acidente no trabalho

Fratura, corte, queda, esmagamento, lesão em máquina ou outro evento durante a atividade profissional.

Importa compreender a sequela e a atividade exercida
02

Acidente de trânsito

Colisão de carro, moto, bicicleta ou atropelamento que deixou dificuldade permanente para trabalhar.

O acidente não precisa ter ocorrido no trabalho
03

Acidente fora do trabalho

Queda em casa, lesão praticando esporte ou outro acidente de qualquer natureza com repercussão profissional.

A categoria previdenciária também precisa ser conferida
O que aproxima casos diferentes: não é apenas o diagnóstico. É a relação entre a sequela permanente, as tarefas do trabalho e a redução da capacidade para executá-las.

Em palavras simples

O que normalmente precisa existir para a análise?

O site explica os elementos sem afirmar que toda pessoa acidentada possui direito. A conclusão depende dos documentos, da atividade profissional e da avaliação do caso.

01

Um acidente

Pode ser relacionado ao trabalho ou de outra natureza.

02

Uma sequela definitiva

Uma alteração que permaneceu depois da consolidação das lesões.

03

Redução da capacidade

A sequela deve repercutir na atividade que a pessoa exercia habitualmente.

04

Categoria previdenciária adequada

O vínculo e a condição perante o INSS precisam ser verificados.

Sinais práticos

Não olhamos apenas o nome da doença ou da lesão.

Comparamos como o trabalho era realizado antes do acidente e o que mudou depois dele.

01

Mais esforço ou dor

A mesma tarefa passou a exigir pausas, adaptação, apoio ou esforço maior.

02

Perda de movimento

Dificuldade para agachar, elevar o braço, segurar ferramentas, caminhar ou permanecer em determinada posição.

03

Perda de força ou precisão

Objetos caem, movimentos ficam mais lentos ou tarefas finas se tornam difíceis.

04

Mudança de função

A empresa alterou tarefas ou colegas passaram a executar parte do trabalho.

05

Uso de órtese ou adaptação

Joelheira, bengala, prótese, aparelho auditivo ou outra adaptação se tornou necessária.

06

Benefício encerrado

Houve alta do INSS e retorno ao trabalho, mas a limitação permaneceu.

Quem conduz o atendimento

Contato direto com Ricardo e Eduardo.

O visitante sabe desde o início quem analisará as informações apresentadas. A comunicação é pessoal, clara e voltada às particularidades de cada situação.

Atuação profissional identificada individualmente, com atendimento pessoal e análise das particularidades de cada caso.
Advogado • OAB/SC 30.668

Ricardo Francisco Pereira

Atua na escuta inicial, compreensão dos fatos e orientação sobre os documentos necessários para a análise jurídica individual.

Atendimento jurídico pessoal e responsável
Advogado • OAB/SC 65.233

Eduardo Ferreira

Graduado em Direito pela Univille, com pós-graduação em Direito Empresarial e formação complementar na área previdenciária. Atua também em Direito do Trabalho, tanto na orientação e defesa de empregadores quanto na representação de trabalhadores, além de possuir experiência prática em demandas de busca e apreensão.

Trabalhista patronal e empregado • empresarial • previdenciário • busca e apreensão

Triagem orientativa

Em menos de dois minutos, organize os pontos principais.

As respostas organizam informações relevantes e não geram conclusão automática. Para solicitar uma análise individual, o visitante poderá continuar o atendimento pelo WhatsApp.

ImportanteNão informe senha do Meu INSS, dados bancários ou documentos médicos sensíveis nesta etapa.
Pergunta 1 de 5

Documentos

O que costuma ajudar na análise inicial.

Não é necessário possuir tudo para entrar em contato. A equipe pode indicar o que é relevante conforme a situação apresentada.

01

Documentos do acidente

CAT, boletim de ocorrência, prontuário, relatório de atendimento ou outros registros disponíveis.

02

Documentação médica

Laudos, relatórios, exames, atestados, cirurgias e informações sobre tratamento e sequelas.

03

Histórico do INSS

Carta de concessão ou indeferimento, processo administrativo, extrato de benefícios e CNIS.

04

Provas do trabalho

Carteira de trabalho, descrição da função, PPP, documentos da empresa ou informações sobre as tarefas.

05

Comparação funcional

Relato concreto do que conseguia fazer antes e quais atividades ficaram mais difíceis depois.

A documentação médica deve descrever, quando possível, as limitações funcionais — não somente o diagnóstico ou o código da doença.

Perguntas frequentes

Dúvidas que surgem antes do contato.

Respostas gerais e informativas. O enquadramento depende da análise individual.

Preciso estar afastado para receber auxílio-acidente?+

O benefício possui natureza indenizatória e, quando devido, pode ser recebido enquanto a pessoa trabalha. A existência de sequela e a redução da capacidade precisam ser avaliadas.

O acidente precisa ter acontecido no trabalho?+

Não necessariamente. O auxílio-acidente pode decorrer de acidente de qualquer natureza, desde que os demais requisitos sejam preenchidos.

Nunca recebi auxílio-doença. Isso impede a análise?+

Não é possível concluir apenas por esse fato. O próprio INSS informa que há situações em que a pessoa não pediu benefício por incapacidade na época do acidente e posteriormente solicita a análise do auxílio-acidente.

Qualquer pequena sequela gera o benefício?+

A existência de uma sequela, isoladamente, não basta. É necessário verificar se ela é permanente e se reduz a capacidade para o trabalho habitualmente exercido.

Contribuinte individual ou facultativo recebe auxílio-acidente?+

O serviço oficial informa como possíveis beneficiários o empregado, inclusive doméstico, o trabalhador avulso e o segurado especial. A categoria previdenciária deve ser conferida antes de qualquer conclusão.

O atendimento pode ser realizado de outro Estado?+

Sim. A análise inicial de documentos e o atendimento podem ser feitos de forma remota, observadas as regras profissionais aplicáveis.

Atendimento com Ricardo e Eduardo

Conte o que mudou no seu trabalho depois do acidente.

Evite apenas informar o diagnóstico. Descreva quais movimentos, tarefas ou esforços ficaram mais difíceis.

Atendimento remoto em todo o Brasil Rua das Cegonhas, 743 — Iririú, Joinville/SC WhatsApp: (47) 3025-7077 contato@ricardoeferreiraadvogados.com.br Sem promessa de resultado
Você poderá revisar a mensagem antes de enviá-la no WhatsApp.