Ana trabalhava em atividade manual repetitiva. Começou com dormência noturna, depois passou a derrubar objetos e perdeu velocidade. Após cirurgia, houve melhora, mas a força não retornou totalmente. Para analisar sua situação seria necessário comparar as tarefas anteriores e atuais, verificar a documentação ocupacional e separar incapacidade durante o tratamento de eventual sequela permanente.
O exame é importante, mas não conta tudo
Eletroneuromiografia, ultrassom e relatórios ajudam, porém devem ser conectados à força, pinça, sensibilidade, coordenação e repetitividade exigidas no trabalho.
Perguntas jurídicas possíveis
Incapacidade
A limitação impede temporariamente o desempenho da função?
Sequela
Após estabilização, ficou redução permanente para a atividade?
Doença ocupacional
O trabalho causou ou contribuiu para a condição?
Impedimento duradouro
A limitação prolongada gera barreiras em diferentes contextos?
Provas que podem ser úteis
- Eletroneuromiografia, exames, cirurgia, fisioterapia e relatórios.
- Descrição das tarefas, ritmo, pausas, ferramentas e metas.
- Atestados ocupacionais, CAT, afastamentos e readaptação.
- Registros de dificuldade nas atividades cotidianas.