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Ricardo e FerreiraAdvogados Associados

Joelho e mobilidade

Dificuldade para caminhar, agachar, subir escadas ou permanecer em pé.

A repercussão jurídica depende de quanto a mobilidade foi afetada, por quanto tempo e de quais tarefas a pessoa precisa executar.

Exemplo fictício para fins educativos

Roberto lesionou o joelho em um acidente e realizou cirurgia. Depois da alta, voltou ao trabalho, mas passou a mancar, não conseguia agachar e evitava escadas. A empresa o transferiu para uma função mais leve. Essa readaptação não prova automaticamente um benefício, mas pode ser uma peça importante para demonstrar quando a limitação começou e como afetou a vida profissional.

Limitação funcional é mais do que diagnóstico

Artrose, lesão meniscal, ligamentos ou prótese precisam ser compreendidos em conjunto com marcha, estabilidade, dor, necessidade de apoio, tolerância para ficar em pé e exigências da função.

Possibilidades que podem exigir análise

Incapacidade

Quando a mobilidade impede o exercício atual da profissão.

Sequela

Quando acidente deixa redução permanente, mesmo após retorno.

PCD

Quando o impedimento é de longo prazo e interage com barreiras.

Trabalhista

Quando existe acidente, doença ocupacional, dispensa ou falta de adaptação.

Documentos relevantes

  • Ressonâncias, radiografias, relatórios cirúrgicos e fisioterapia.
  • Indicação de uso de órtese, bengala ou outras adaptações.
  • Readaptação, restrições médicas e registros ocupacionais.
  • CAT e documentos do acidente, quando existente.
A permanência da limitação e o impacto concreto precisam ser demonstrados. O simples diagnóstico não garante benefício.

Triagem guiada

Organize o histórico do joelho.

Responda apenas às informações iniciais.

Não envie senhas ou códigos de acesso.