Paulo fraturou o punho fora do trabalho. Depois do tratamento, retornou à profissão, mas perdeu parte do movimento e passou a executar tarefas com maior esforço. Ele nunca pediu análise porque acreditava que o auxílio-acidente existia apenas para acidente de trabalho. Antes de concluir, seria necessário conferir sua qualidade de segurado, categoria previdenciária, consolidação da lesão e redução para a atividade habitual.
Sequela não é o mesmo que incapacidade total
Uma pessoa pode trabalhar e ainda possuir redução funcional. Também pode estar temporariamente incapaz sem que exista sequela consolidada. A distinção define quais perguntas e documentos são relevantes.
Quatro pontos iniciais
Data e origem
Quando e como ocorreu o acidente?
Tratamento
Houve alta, cirurgia, fisioterapia ou estabilização?
Atividade habitual
Qual profissão era exercida na época?
Redução atual
O que passou a exigir maior esforço ou adaptação?
Documentos que ajudam
- Atendimento de urgência, boletim, CAT e registros do acidente.
- Exames, cirurgias, fisioterapia, alta e relatórios atuais.
- Carteira de trabalho, CNIS e profissão na época.
- Restrições, readaptação e descrição comparativa das tarefas.